A CCDR NORTE reuniu-se, esta terça-feira, com a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Tâmega e Sousa para reforçar a aposta em áreas-chave como a educação, ambiente, cultura e inovação social. O objetivo foi alinhar estratégias para melhor aproveitamento dos fundos comunitários.
A região já soma mais de 13 mil projetos aprovados no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que representam 473,4 milhões de euros em investimento. Destacam-se as infraestruturas (133 milhões) e a formação e qualificação (91,1 milhões).
No Portugal 2030, estão aprovados 393 projetos, com 247,7 milhões de euros investidos, sobretudo em educação e reconversão profissional.
Pelo programa NORTE 2030, a região conta com 134 projetos, num total de 112,4 milhões de euros, destinados a áreas como o ambiente, a cultura e a inovação social.

Entre os projetos em destaque estão a remediação ambiental da área mineira de Pejão/Germunde (4,43 milhões de euros), a Ação Climática Tâmega e Sousa (452 mil euros), a recuperação da Igreja de Santa Marinha de Real (1,5 milhões de euros) e o 11 Hub – Centro de Empreendedorismo do Douro, Tâmega e Sousa (501 mil euros).
O presidente da CCDR NORTE, António Cunha, destacou a “dinâmica e capacidade de execução” da sub-região. Já Pedro Machado, da CIM Tâmega e Sousa, reforçou a importância do trabalho conjunto para “um desenvolvimento mais sustentável”.
Com mais de 830 milhões de euros investidos, o Tâmega e Sousa consolida-se como uma das regiões mais ativas no aproveitamento dos fundos europeus.

