MARCO DE CANAVESES: PS Marco acusa Bruno Magalhães de agressão a presidente de junta, mas Vereador nega [C/AUDIO]

A Comissão Política do Partido Socialista (PS) do Marco de Canaveses denunciou, em comunicado, uma agressão física do vereador independente e candidato, com o apoio do Partido Social Democrata (PSD), à Câmara Municipal, Bruno Magalhães, ao presidente da Junta de Freguesia de Santo Isidoro e Livração, Nelson Toni Coelho.

O alegado episódio, de violência física, ocorreu, na segunda-feira, 26 de maio, durante uma visita a uma obra em Santo Isidoro e Livração, no concelho de Marco de Canaveses.

Em declarações à Marcoense FM, o presidente da junta Nelson Toni Coelho, eleito nas listas do PS confirma ter sido alvo de agressão, motivada pelo desacordo em relação a uma intervenção que está a decorrer naquela freguesia relacionada com a rede de água e saneamento.

“O vereador e engenheiro Mário Bruno Magalhães ligou-me a questionar sobre o projeto que estamos a levar a cabo de água e saneamento, nomeadamente na Ponte do Bairro”, disse.

“Estava na freguesia e desloquei-me ao local para falar-lhe pessoalmente. Houve uma discussão e, do nada, agarrou-me o pescoço. Já me desloquei à GNR de Marco de Canaveses e apresentei queixa”, revelou.

O assunto que terá desencadeado este episódio entre Bruno Magalhães e Nelson Toni Coelho, interfere com a propriedade privada de familiares do vereador.

O candidato Bruno Magalhães confirmou o pedido de esclarecimento ao presidente da junta, mas negou qualquer agressão física ou verbal.

“Estive reunido com o senhor presidente da junta, a meu pedido, até porque é uma obra que está relacionada com um terreno junto à casa da minha mãe, na qual as infraestruturas acabaram de pavimentar. A minha mãe foi surpreendida com alguém a dizer que iam rasgar o terreiro todo, 15 dias depois da obra estar concluída, para lá meter a água e saneamento”, afirmou.

“Perante isto, liguei ao senhor presidente da junta, que se fez deslocar ao local, e este alegou desconhecimento da obra e que não sabia do que se tratava. Tive de lhe dizer aquilo que é notório e, mediante o que lhe disse, exaltou-se e eu também. Fui dizendo algumas coisas, mas nunca houve violência verbal e muito menos física”, garantiu.

A ocorrência está a ser investigada pelas autoridades competentes.

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