O Município de Baião apresentou oficialmente a Agenda Cultural para 2026, com um calendário diversificado de atividades que integra música, literatura, cinema, juventude, tradições locais, associativismo, património e gastronomia.
A programação contempla mais de meia centena de eventos distribuídos por vários pontos estratégicos do concelho e pretende reforçar a projeção de Baião no panorama cultural regional e nacional.
A presidente da autarquia, Ana Raquel Azevedo, sublinhou que a agenda reflete o momento de transição vivido no executivo municipal, garantindo continuidade ao trabalho já desenvolvido e introduzindo gradualmente novas visões para a política cultural do concelho.
“Queremos fazer uma transição confortável para todos os intervenientes. Já havia trabalho a ser preparado e é óbvio que nós estamos a valorizar aquilo que já foi feito e ao longo do tempo vamos introduzindo aquilo que são as nossas novas visões para a agenda de eventos, para a cultura, para o entretenimento do concelho, explicou.
Segundo a autarca, além de responder às expetativas dos munícipes, a programação cultural tem também uma dimensão de atração turística.

“A cultura, como todas as áreas de atuação da Câmara Municipal, está sempre interligada. A cultura também está interligada, obviamente, numa resposta aos nossos munícipes, aos baianenses, mas também para atrair pessoas da região e do resto do país para que possam ver os nossos eventos”, refere.
A maioria dos eventos continuará a ter entrada gratuita. Nos casos em que haja bilhete pago, os preços serão definidos de forma acessível.
“A cultura terá sempre uma componente grátis e que esteja disponível para todas as pessoas de Baião, quer tenham possibilidade, quer não tenham. A cultura também faz parte daquilo que é a consolidação do nosso elevador social, da nossa educação, daquilo que somos enquanto comunidade e por isso continuaremos a ter muitos eventos gratuitos”, nota Ana Raquel Azevedo.
A presidente destacou ainda a necessidade de reforçar a divulgação das iniciativas e de consolidar uma rede cultural que abranja os diferentes polos do concelho, incluindo Ancede e futuros projetos museológicos.

