Eduardo Felipe vai continuar na presidência do Marco 09 até 2028, depois de ter sido reeleito esta sexta-feira, 19 de junho, para um sexto mandato consecutivo à frente do clube encarnado.
Líder da coletividade desde 2016, Eduardo Felipe foi a votos como cabeça de lista única e recolheu a totalidade dos 48 votos expressos pelos sócios presentes no ato eleitoral.
A composição dos restantes órgãos sociais mantém-se inalterada, com Joaquim Jorge Teixeira a assumir a presidência da Assembleia Geral e José Abel Coutinho a liderar o Conselho Fiscal.
Após o sufrágio, decorreu uma Assembleia Geral durante a qual tomaram posse os elementos dos órgãos sociais eleitos para o biénio 2026-2028.
No final do processo eleitoral, Eduardo Felipe mostrou-se satisfeito com a renovação da confiança dos associados, considerando que o resultado reflete o reconhecimento pelo trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos.
“É sinal de confiança, é sinal de que as pessoas continuam a acreditar no trabalho que temos feito. Estamos aqui por amor ao clube, ao concelho, à cidade e aos sócios”, afirmou.
O dirigente destacou ainda o reforço da estrutura diretiva para o novo mandato, explicando que a equipa cresceu com a integração de pessoas que já colaboravam regularmente com o clube.
“São pessoas que temos visto no dia a dia a ajudar-nos e tive a iniciativa de as convidar. As pessoas continuam a confiar e a acreditar que tudo o que está a ser feito está a ser bem feito”, referiu, garantindo que manterá o mesmo compromisso. “O meu compromisso é continuar a honrar este clube e a defender esta bandeira”.

Visivelmente satisfeito com a continuidade no cargo, Eduardo Felipe assegurou que a motivação para prosseguir permanece intacta. “Mais feliz não podia estar. Se quis continuar é porque gosto daquilo que estou a fazer e do que está a ser desenvolvido”.
Entre os principais objetivos para os próximos dois anos, o presidente voltou a colocar em destaque a recuperação da designação histórica Futebol Clube do Marco. Trata-se de uma ambição antiga da direção, que continua dependente da resolução de questões judiciais relacionadas com a extinção do anterior clube.
“Queria que conseguíssemos voltar a ser o Futebol Clube do Marco. É uma bandeira que assumimos desde o primeiro mandato. Existe um imbróglio judicial muito grande relacionado com a forma como o clube encerrou a atividade, mas vamos continuar a trabalhar e a tentar porque é um objetivo, até porque em 2027 é o ano de centenário”, sublinhou.

