Uma mulher, de 62 anos, foi detida em flagrante, no dia 24 de julho, por suspeita da prática do crime de incêndio florestal, no concelho de Felgueiras.
Em comunicado, o Comando Territorial do Porto da GNR informa que a detenção foi efetuada pelos militares do Posto Territorial de Vila Cova da Lixa, na sequência de um foco de incêndio registado no concelho.
A Guarda refere que, no local, “os militares deslocaram-se ao local, onde identificaram a suspeita e apuraram que o incêndio terá tido origem numa queimada que se descontrolou”.
Segundo a mesma fonte, a suspeita “foi detida e constituída arguida” e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Felgueiras.
A ação contou com o apoio dos Bombeiros Voluntários da Lixa.
A GNR sublinha ainda que “a proteção de pessoas e bens, no âmbito dos incêndios rurais, continua a assumir-se como uma das prioridades da GNR, sustentada numa atuação preventiva e num esforço de patrulhamento nas áreas florestais”.
No mesmo comunicado, a Guarda alerta que “as queimas e queimadas são das principais causas de incêndios em Portugal” e recorda que “a realização de queimadas, de queima de amontoados e de fogueiras é interdita sempre que se verifique um nível de perigo de incêndio rural «muito elevado» ou «máximo», estando dependente de autorização ou de comunicação prévia noutros períodos”.
A força de segurança recomenda ainda que, “para evitar acidentes”, a população siga “as regras de segurança, esteja sempre acompanhado e leve consigo o telemóvel”.
A GNR lembra, por fim, que, através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), mantém disponível a Linha SOS Ambiente e Território (808 200 520), que funciona permanentemente para a denúncia de infrações ambientais e para o esclarecimento de dúvidas.
