A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cinfães tem uma nova direção, agora liderada por Luís Madureira, que toma hoje posse para um mandato com a duração de três anos.
O novo presidente assume a liderança de uma instituição com cerca de quatro dezenas de funcionários, reconhecendo desde já a exigência e o rigor que o cargo implica. Entre os principais desafios apontados estão a gestão financeira, a escassez de recursos humanos e a necessidade constante de renovação de meios.
Em declarações à Marcoense FM, Luís Madureira sublinha as dificuldades sentidas no dia a dia da associação, nomeadamente os atrasos nos pagamentos às corporações, o que condiciona a gestão mensal.
“Uma das nossas principais preocupações é garantir que não falte dinheiro ao fim do mês para pagar aos funcionários”, afirmou.
Outro dos problemas destacados prende-se com a falta de pessoal disponível. Segundo o dirigente, os concursos abertos para reforço do efetivo têm tido pouca adesão, com apenas dois ou três candidatos a concorrerem, o que dificulta a renovação do quadro operacional.
No que diz respeito a equipamentos, o presidente considera que a corporação está, neste momento, bem apetrechada, embora sublinhe a necessidade de investimento contínuo.
“Está já previsto em orçamento o reforço da frota com a aquisição de três novas viaturas, um processo que será desenvolvido de forma gradual”, refere.
A nova direção inicia agora funções com o objetivo de assegurar a estabilidade da associação e reforçar a capacidade operacional dos Bombeiros Voluntários de Cinfães ao serviço da população.