Marco de Canaveses: Cristina Vieira garante que “até ao momento” não há casos de coronavírus no concelho [C/VIDEO]

MarcoCovid_2020.03.10

A presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses, Cristina Vieira, garante que, até esta terça-feira, não houve registo de qualquer caso efetivo de coronavírus no concelho.

Através de um vídeo publicado no Facebook, a autarca assegura que não existe, “até ao momento, nenhuma notificação de caso de infeção por coronavírus no concelho, nem qualquer caso que se enquadre nos critérios de suspeita de infeção”.

Cristina Vieira comunicou que decorreu hoje uma reunião da Comissão Municipal de Proteção Civil, onde estiveram representantes das entidades e autoridades mais relevantes para apoio a estas decisões.

Participaram na reunião os comandos dos Bombeiros Voluntários do Marco de Canaveses, dos Postos Territoriais da GNR, assim como os operadores de serviços de transportes públicos.

Na reunião marcou ainda presença a Autoridade de Saúde Municipal, “que não recomenda a adoção de medidas excecionais de prevenção diferentes ou mais restritivas dos que as que estão já em vigor em todo o território nacional”.

No entanto, não exclui “a possibilidade de a todo o momento poder vir ou a recomendar medidas mais apertadas”.

“Os operadores de transportes coletivos, Transdev e CP, informaram também que têm implementados os seus planos de contingência adequados ao ponto de situação atual”, revelou Cristina Vieira.

A presidente do Município informou que manterá com a Delegada de Saúde de Marco de Canaveses “um contacto regular de forma a adequar e a articular a atuação das entidades, caso se justifique”.

Assegurou ainda “uma articulação permanente com os agrupamentos de escolas e escolas secundárias, juntas de freguesia e instituições de solidariedade social”.

“Apelo a que mantenhamos a serenidade e a confiança nas autoridades de saúde, sem alarmismo, e recomendo que sempre que possível evitemos a exposição a ambientes fechados com muitas pessoas”, aconselhou Cristina Vieira.

E acrescenta: “Devemos dirigir-nos aos serviços públicos apenas nos casos indispensáveis e sempre que possível, os tratando dos assuntos via telefone ou via eletrónica”.